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FALE, MULHER

UNIVERSO FEMININO

HORÁRIO DO PROGRAMA FALE, MULHER!

TODOS OS SÁBADOS, A PARTIR DO MEIO DIA PELA RIAVI - RÁDIO ATALAIA AM 770

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falemulher7@yahoo.com.br

Fale, Mulher é um programa voltado para a Cidadania e qualidade de vida, oferecendo entrevistas; dicas, testemunhos, e participações diversas, etc, que facilitem o desenvolvimento humano, social e espiritual do ser humano.

FAPEM - Falange Permanente de Mulheres

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Maria de Fátima Botto de Barros Nascimento

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Dois terços dos analfabetos são mulheres e, 80% dos refugiados são mulheres e crianças. Superar as disparidades gritantes entre meninos e meninas no acesso à escolarização formal será um alicerce fundamental (entre outros) para capacitar as mulheres a ocuparem papéis cada vez mais ativos tanto no mundo econômico quanto na atividade política em seus países.

Questões históricas explicam a menor presença feminina em áreas tradicionalmente ocupadas por homens, como as Ciências Exatas e da Terra com 69% e Engenharia e Computação 75% de homens. Mas igualmente há áreas que as mulheres somam mais pesquisadores, como em Letras e Artes com 68% de mulheres, Ciências Humanas 60% e Saúde 58% (dados do Diretório dos Grupos de Pesquisa/CNPq).

As mulheres somam hoje 40% dos líderes de grupos de pesquisa, destacam-se como as líderes mais jovens em percentuais praticamente iguais dos 24 aos 35 anos, o que mostra a tendência à equiparação no futuro. Igualmente, no que se pode considerar equiparável ao topo da carreira de pesquisador, mulheres coordenam 25 dos 206 programas apoiados pelo Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (PRONEX).

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• Implantação de programas de capacitação e melhoria na qualificação das mulheres;

• Criação de oportunidades de inserção da mão-de-obra feminina em atividades alternativas consideradas masculinas;

• Incluir a valorização de ações comunitárias que envolvam o trabalho feminino, apoiando iniciativas que promovam o cooperativismo e a auto-sustentação.

Depois da promulgação da Constituição Federal de 1988, a mulher e o homem são iguais em direitos e obrigações. Porém, sabemos que, ainda hoje, ocorrem discriminações ou um receio camuflado por parte das empresas nas contratações de mulheres, especialmente pelo fato das mesmas poderem engravidar e consequentemente terem o direito a 120 dias de licença maternidade e estabilidade no emprego.
Para evitar essas discriminações que afetam o acesso da mulher ao mercado de trabalho, algumas proibições legais foram acrescentadas em 1999. Eles devem ser respeitadas pelo empregadores e exigidas pelas mulheres.